Encontro reuniu representantes de instituições como Serpro, SEBRAE, UFPA e FIEPA para dar continuidade às ações estratégicas de inovação no Estado
Na última sexta-feira, 23 de janeiro, o Ecossistema Local de Inovação (ELI) do Pará realizou sua primeira reunião de 2026, marcando a retomada das atividades colaborativas voltadas ao fortalecimento da inovação no Estado. O encontro aconteceu às 15h na nova sede do Serpro, localizada no prédio da Advocacia-Geral da União (AGU), na Avenida Assis de Vasconcelos, 625.
A escolha do espaço foi viabilizada por solicitação de Marcelo Sá, com o Serpro concordando em ceder suas instalações para o evento. A reunião contou com o apoio da SUCESU PA, que patrocinou o coffee break, demonstrando o engajamento crescente do setor de tecnologia paraense com as iniciativas de inovação.

Articulação Institucional
O encontro reuniu representantes de diversas instituições estratégicas para o desenvolvimento tecnológico e econômico do Pará, incluindo SEBRAE, Universidade Federal do Pará (UFPA), Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA), entre outras organizações comprometidas com o fomento à inovação na região.

O que é o Eli?
O Ecossistema Local de Inovação (ELI) é uma abordagem metodológica desenvolvida pelo SEBRAE que visa mapear, analisar e promover intervenções estratégicas em ecossistemas de inovação em territórios específicos. A iniciativa caracteriza-se pela interação entre diversos atores, como empresas, universidades, centros de pesquisa, órgãos governamentais, startups e outros elementos da comunidade local.
A metodologia trabalha com etapas que incluem a caracterização do ecossistema, definição do nível de maturidade, identificação dos pontos de intervenção, construção do plano de intervenção, organização para intervenção, atuação conjunta dos atores e monitoramento do ecossistema local de inovação.
Objetivo da iniciativa
O programa ELI tem como principal objetivo fortalecer o ambiente de inovação regional por meio da articulação e governança colaborativa entre diferentes atores. O grande desafio nos ecossistemas não é criar novos agentes, mas coordenar esses agentes para assegurar que tenham um propósito em comum, que é ativar a inovação econômica e social.
Atualmente, mais de 200 ecossistemas no Brasil estão sendo desenvolvidos por meio da metodologia ELI, com resultados positivos em diversos estados. A abordagem promove o desenvolvimento econômico sustentável através do estímulo ao empreendedorismo inovador, apoio a startups e criação de ambientes favoráveis para a transformação de ideias em produtos e serviços.
Perspectivas para 2026
A primeira reunião de 2026 marca um novo ciclo de atividades do ELI no Pará, com a expectativa de ampliar a integração entre os atores do ecossistema de inovação e acelerar o desenvolvimento de negócios inovadores no Estado. A colaboração entre instituições públicas, privadas, academia e entidades de classe é considerada fundamental para criar um ambiente propício ao surgimento e crescimento de empresas de base tecnológica.
O encontro reforça o compromisso das instituições paraenses em consolidar o Estado como um polo de inovação na região Norte, promovendo a geração de renda, oportunidades de trabalho e o desenvolvimento econômico sustentável por meio da inovação e do empreendedorismo.
Para mais informações sobre o Ecossistema Local de Inovação, acesse: http://www.sebrae-eli.com.br



