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Hackers estão roubando acesso à inteligência artificial para alimentar uma nova onda de crimes cibernéticos

Cibercriminosos estão sequestrando contas de inteligência artificial e servidores corporativos para conseguir acesso barato a modelos avançados de IA.

Em vez de pagar pelo uso dessas ferramentas, os invasores tomam o controle de contas e infraestruturas que já pertencem a empresas. Com isso, passam a usar, sem autorização, os modelos e a capacidade de processamento contratados por terceiros.

O interesse dos criminosos está ligado ao custo de acesso aos modelos mais avançados. Assinaturas premium de serviços como ChatGPT e Claude podem chegar a US$ 200 por usuário por mês. Já a execução independente de modelos de grande porte pode exigir uma infraestrutura computacional dispendiosa, com servidores especializados e alta capacidade de processamento.

Diante desses custos, cibercriminosos buscam formas de contornar as barreiras financeiras e obter esses recursos sem pagar por eles. É a partir dessa lógica que surge o que a reportagem descreve como um mercado negro para IA barata: acessos obtidos de forma ilegal, à custa de contas e servidores de organizações legítimas.

Ao invadir contas e servidores legítimos, os criminosos obtêm de uma só vez dois ativos: o acesso a modelos poderosos e a infraestrutura necessária para operá-los. O custo, nesse caso, recai sobre a organização invadida.

O caso indica que as credenciais de acesso a plataformas de IA e os servidores que hospedam esses serviços passaram a ter valor para o crime digital. Para as empresas, isso amplia o escopo da segurança da informação, que passa a incluir também a proteção de contas, chaves de acesso e ambientes usados em projetos de inteligência artificial.

Para equipes de TI e segurança, o cenário reforça a importância de monitorar o uso de recursos de IA e de proteger os acessos a essas plataformas com o mesmo rigor aplicado a outros sistemas críticos. O tema também é relevante para empresas e startups do Pará que adotam ferramentas de IA em seus processos, já que a expansão da tecnologia tende a ser acompanhada por maior atenção de agentes mal-intencionados.

Fonte: Moneycontrol

Ana Clarisse
Ana Clarissehttp://tipara.com.br
Profissional especializada em fotografia, produção audiovisual e criação de conteúdo para redes sociais. Apaixonada por contar histórias através de imagens e vídeos, transformo ideias em conteúdos criativos, estratégicos e que geram conexão. Experiência em fotografia profissional, filmmaking, edição de vídeos, planejamento de conteúdo e gestão de projetos criativos.
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