A iniciativa é coordenada por Marcela Alves de Souza, que relatou ter enfrentado barreiras profissionais mesmo após se graduar em Sistemas de Informação,ao buscar atuar na área de TI da empresa em que trabalhava, viu colegas, ainda sem formação, serem escolhidos no seu lugar.
A experiência pessoal da coordenadora alimenta a convicção de que é preciso mudar estruturas. Por isso, o projeto aposta na formação desde cedo: palestras e workshops gratuitos são realizados no campus da universidade, abordando temas como programação e desenvolvimento de carreira na tecnologia.
Os dados reforçam a urgência da iniciativa. Embora as mulheres sejam maioria no ensino superior da Unifesspa, representando cerca de 52% dos ingressantes e 59% dos diplomados, sua presença nos cursos da área de computação permanece bem abaixo desse percentual.
Com apoio institucional e comunitário, o “Às Digitais” se insere em um movimento mais amplo pelo avanço da equidade de gênero na tecnologia, apostando na educação como principal caminho para reduzir desigualdades e ampliar a participação feminina no setor.
A desigualdade de gênero no setor tecnológico segue sendo um desafio no Brasil,e no sudeste do Pará não é diferente. Para enfrentar esse cenário, a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) desenvolveu o projeto de extensão “Às Digitais”, voltado para estudantes do ensino médio. A proposta é apresentar às jovens as oportunidades que a tecnologia oferece e mostrar que elas também têm lugar nesse mercado.
A iniciativa é coordenada por Marcela Alves de Souza, que relatou ter enfrentado barreiras profissionais mesmo após se graduar em Sistemas de Informação,ao buscar atuar na área de TI da empresa em que trabalhava, viu colegas, ainda sem formação, serem escolhidos no seu lugar.
A experiência pessoal da coordenadora alimenta a convicção de que é preciso mudar estruturas. Por isso, o projeto aposta na formação desde cedo: palestras e workshops gratuitos são realizados no campus da universidade, abordando temas como programação e desenvolvimento de carreira na tecnologia.
Os dados reforçam a urgência da iniciativa. Embora as mulheres sejam maioria no ensino superior da Unifesspa, representando cerca de 52% dos ingressantes e 59% dos diplomados, sua presença nos cursos da área de computação permanece bem abaixo desse percentual.
Com apoio institucional e comunitário, o “Às Digitais” se insere em um movimento mais amplo pelo avanço da equidade de gênero na tecnologia, apostando na educação como principal caminho para reduzir desigualdades e ampliar a participação feminina no setor.



