segunda-feira, 6 de julho de 2026
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60 Bilhões de Ataques em um Ano e os Sistemas que Sustentam sua Vida Estavam no Alvo

O Brasil registrou mais de 60 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos em 2023, segundo dados do FortiGuard Labs, laboratório de inteligência e análise de ameaças da Fortinet, e boa parte delas mirou sistemas públicos responsáveis por serviços de saúde, educação e arrecadação. Diante desse cenário, que a CHIP, em parceria com a Commvault e a TDsyness, reuniu gestores de tecnologia e especialistas em segurança da informação em João Pessoa, no dia 10 de junho, para discutir uma pergunta que nenhuma instituição pública pode mais ignorar: o que acontece com os serviços essenciais quando o sistema cai?

 O encontro reuniu representantes de órgãos públicos e instituições privadas em Cabo Branco, com a proposta de: compartilhar desafios, comparar estratégias e reconhecer que a ameaça digital cresceu rápido demais para qualquer organização enfrentar sozinha.

A discussão foi direta: proteger sistemas não basta mais. O que as instituições precisam é de resiliência a capacidade de resistir a um ataque, responder com rapidez e recuperar operações sem interromper os serviços que a população depende. Saúde, segurança, arrecadação e atendimento ao cidadão sustentam-se hoje sobre infraestruturas digitais. Quando essas estruturas falham, o impacto não é apenas técnico, é social.

“Nenhuma organização constrói resiliência cibernética sozinha. O que faz a diferença é ter um parceiro que entende seu ambiente antes de oferecer qualquer solução. É esse diagnóstico feito junto com o cliente que transforma intenção em proteção real” afirmou o Iuri Cerqueira, consultor de Negócios da CHIP. A fala sintetizou o consenso do encontro: maturidade digital não se compra em produto, constrói-se em parceria.

Foi nesse contexto que a COMMVAULT e a TD SYNNEX apresentaram seu posicionamento. “Seja qual for sua plataforma local ou na nuvem, operamos em qualquer cenário”, destacou o especialista em infraestrutura, proteção de dados e resiliência cibernética, o Rafael Moraes. Com a maior matriz de compatibilidade do mercado, a solução se propõe a funcionar independentemente do fabricante de hardware ou da arquitetura existente, eliminando um dos principais gargalos da segurança pública: a fragmentação tecnológica entre órgãos que usam sistemas diferentes e precisam de proteção integrada.

O encontro também evidenciou um movimento crescente: a aproximação estruturada entre setor público e iniciativa privada na construção de ambientes digitais mais seguros. O mercado começa a assumir um papel de parceiro estratégico das instituições compartilhando inteligência sobre ameaças, boas práticas de governança e caminhos para modernizar infraestruturas sem paralisar operações no processo.

O encontro em João Pessoa deixou uma mensagem clara: segurança digital deixou de ser uma camada técnica para se tornar um pilar de governança. Instituições que ainda tratam o tema como custo e não como investimento estratégico correm o risco de descobrir o valor da resiliência da pior forma possível: quando o sistema cair e o cidadão estiver do outro lado esperando por um serviço que não chega.

Fonte: ChipCia

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